quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Mulheres, violência e a legislação brasileira

"No dia que for possível à mulher amar em sua força e não em sua fraqueza, não para fugir de si mesma, mas para se encontrar, não para se renunciar, mas para se afirmar, nesse dia o amor tornar-se-á para ela, como para o homem, fonte de vida e não perigo mortal". Simone de Beauvoir [BEAUVOIR, S. O Segundo Sexo Vol 2: A Experiência Vivida, Difusão Europeia do Livro, 1967]

A mulher no Brasil Colônia
É importante destacar o racismo que imperava na sociedade colonial e imprimia contornos mais severos à violência contra as mulheres negras, conforme pontua Del Priore (2013, p.24):
"Temperadas por violência real ou simbólica as relações eram vincadas por maus-tratos de todo tipo, como se veem nos processos de divórcio. Acrescente-se à rudeza atribuída aos homens o tradicional racismo, que campeou por toda parte: estudos comprovam que os gestos mais diretos e a linguagem mais chula eram reservados a negras escravas e forras ou mulatas; às brancas se direcionavam galanteios e palavras amorosas. Os convites diretos para fornicação eram feitos predominantemente às negras e pardas, fossem escravas ou forras. Afinal, a misoginia – ódio das mulheres – racista da sociedade colonial as classificava como fáceis, alvos naturais de investidas sexuais, com quem se podiam ir direto ao assunto sem causar melindres".

A violência contra as mulheres, em razão do gênero, geralmente está correlacionada a outros marcadores de desigualdade como raça ou etnia, geração (idade), classe social, orientação sexual, entre outros. O Mapa da Violência 2015 mostra maior impacto da violência sobre as mulheres negras. Considerando os dados de 2003 e 2013, houve uma queda de 9,8% no total de homicídios de mulheres brancas e um aumento de 54,2% no número de homicídios de mulheres negras.

Em relação ao local da agressão, cerca de 27,1% dos homicídios de mulheres ocorre em seus domicílios, em contraposição à 10,1% dos homicídios masculinos; os homens são assassinados, na grande maioria, por arma de fogo (73,2%) e as mulheres, por arma de fogo (48,3%), estrangulamento/sufocação, cortante/penetrante e objeto contundente, “indicando maior presença de crimes de ódio ou por motivos fúteis/banais” (Waiselfisz, 2015, p.30-39). 

Segundo Del Priore (2013, p. 6), “não importa a forma como as culturas se organizaram”a diferença entre masculino e feminino sempre foi hierarquizadaNo Brasil Colônia, o patriarcalismo brasileiro conferia aos homens uma posição hierárquica superior às mulheres, de domínio e poder, sob o qual os “castigos” e até o assassinato de mulheres, pelos seus maridos, eram autorizados pela legislação. 
         
Pobre ou rica, as mulheres possuíam um papel: fazer o trabalho de base para o edifício familiar – educar os filhos segundo os preceitos cristãos, ensinar-lhes as primeiras letras e atividades, cuidar do sustento e da saúde física e espiritual deles, obedecer e ajudar o marido. Ser, enfim, a “santa mãezinha”. Se não o fizesse, seria confundida com um “diabo doméstico”. Afinal, sermões difundiam a ideia de que a mulher podia ser perigosa, mentirosa e falsa como uma serpente. (...) O modelo ideal era Nossa Senhora, modelo de pudor, severidade e castidade.

A Soma dessa tradição portuguesa com a colonização agrária e escravista resultou no chamado patriarcalismo brasileiro. Era ele que garantia a união entre parentes, a obediência dos escravos e a influência política de um grupo familiar sobre os demais. Tratava-se de uma grande família reunida em torno de um chefe, pai e senhor, forte e destemido, que impunha sua lei e ordem nos domínios que lhe pertenciam. Sob essa lei, a mulher tinha de se curvar. (Del Priore, 2013, p.9-10).
(...)
Todas as justificativas, tanto para o tratamento desigual no campo do direito penal quanto no direito civil, vão sendo desconstruídas ao longo dos anos, a partir das “resistências” das mulheres às diversas práticas de opressão e abusos e, mais recentemente, da segunda metade do século XX para cá, aos movimentos de mulheres e feministas que incorporam em suas pautas a violência doméstica e o direito de as mulheres viverem sem violência onde quer que estejam, na família, nas ruas, no trabalho, nas escolas, etc.

Assim, até então, os maus-tratos e "castigos" infligidos às mulheres não eram entendidos como forma de violência. Esses atos passam a ser nomeados de violência no final da década de 1970, a partir da indignação do movimento de mulheres e feministas contra a absolvição dos maridos ou companheiros que assassinavam as mulheres, sob a justificativa da legítima defesa da honra.

Pela Lei do Divórcio, Lei no. 6.515, de 1977, galgou-se mais um degrau na busca da igualdade entre homens e mulheres. Essa Lei previu o dever de manutenção dos filhos por ambos os cônjuges, na proporção de seus recursos, e abriu nova possibilidade de separação, o que refletiu positivamente para as mulheres em situação de violência.

A Constituição Federal de 1988, após longo período ditatorial, é o grande marco para os direitos das mulheres, contribuindo, para tanto, os movimentos de mulheres, conhecidos no período constituinte, como o Lobby do Batom. Dentre diversas demandas dos movimentos de mulheres incorporadas ao texto constitucional, cabe destacar os dispositivos que tratam do princípio da igualdade entre homens e mulheres em todos os campos da vida social (art. 5º, I), inclusive na sociedade conjugal (art. 226, § 5º) e, também, a inclusão do art. 226, § 8º, por meio do qual “o Estado assegurará a assistência à família na pessoa de cada um dos que a integram, criando mecanismos para coibir a violência no âmbito de suas relações”.

FONTE: Curso Dialogando sobre a Lei Maria da Penha. Plataforma Saberes. Senado Federal.

Curso à distância – Dialogando sobre a Lei Maria da Penha!

Inscrições abertas – curso realizado online e a distância de forma gratuita! Inscrevam-se já!

Apresentação do Curso
Nome: Curso Dialogando sobre a Lei Maria da Penha!
O curso on-line Dialogando sobre a Lei Maria da Penha tem por objetivo disseminar conhecimentos sobre a Lei nº 11.340, de 2006, considerada a terceira melhor lei do mundo na questão da violência doméstica e familiar contra as mulheres. Diz-se que é uma lei que “pegou”, pois é amplamente conhecida pelas mulheres que dela fazem uso, quando em situação de violência.

A Lei Maria da Penha foi publicada em 2006, portanto, já são dez anos de vigência. Nesse período, tem salvado vidas e atuado na desigualdade entre homens e mulheres, evidenciada pela violência, nas relações afetivas, domésticas e familiares. Os índices dessa violência são alarmantes e colocam o Brasil entre os cinco países do mundo mais perigosos para as mulheres viverem.

No ambiente virtual do curso, você poderá refletir sobre esse grave problema enfrentado em todo o mundo: a violência doméstica e familiar contra as mulheres. O estudo será realizado a partir de uma abordagem introdutória da Lei Maria da Penha, tendo por foco as estratégias levadas a efeito na questão da violência contra as mulheres em nosso país.

O curso foi planejado com uma carga de 60 horas, distribuídas em três módulos desdobrados em nove unidades. Durante a realização dos módulos, você terá oportunidade de aprofundar seus conhecimentos sobre os temas tratados nas unidades e, ao final, deverá realizar exercícios objetivos.

Após cada módulo, haverá uma atividade avaliativa. Durante a leitura dos conteúdos, você será levado à reflexão dos assuntos abordados e encontrará dicas para aprofundamento em determinados temas. Você, também, encontrará materiais para leituras complementares, links de interesse e glossário de termos técnicos. A leitura desse material complementar é facultativa e não está computada na carga horária do curso.

Módulo I - percurso pela legislação brasileira e internacional de direitos humanos visando conhecer, no contexto histórico e social dessas leis e suas interpretações, como atos abusivos e maus-tratos contra as mulheres transpuseram a esfera privada, da família, para a esfera de interesse público; como surgiu o conceito de violência contra a mulher nos estudos brasileiros e visibilizadas as diferentes formas de violência que atingem as mulheres.

Módulo II - início à discussão sobre o novo paradigma criado pela Lei Maria da Penha aos casos de violência doméstica e familiar contra as mulheres, conhecendo o seu processo de elaboração, as inovações, avanços e desafios; conhecer as diversas estratégias de abordagem do problema, os serviços de atendimento, a concepção de rede e sua importância para dar conta da complexidade da violência contra as mulheres. 

Módulo III - estudo sobre a especificidade da lei às mulheres, os conceitos e as formas de violência, bem como as medidas protetivas e o papel da delegacia, ministério público e juizados especializados de violência doméstica e familiar.

Para fazer a sua inscrição clique AQUI.

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

ALMA

Se você se beliscar, sentirá que está vivo. Se alguém lhe chamar aos gritos, você, certamente, atenderá ao chamado. Seus sentidos lhe orientam a reagir a cada ato que ocorre em sua vida. Mas, quando alguém a quem você ama lhe magoa ou lhe ofende, que sentido você usa para expressar o que sente, além das lágrimas que escorrem em sua face?

Sua alma!
É impossível dar uma definição concreta da alma, pois a alma não é uma entidade concreta, mas abstrata. Não é matéria, é energia, mas não é energia física. É energia divina, um pedacinho de Deus dentro de você. É a parte que existe além da matéria, além de seu corpo e de seus cinco sentidos.

Não pode ser vista. A alma é para o corpo o que a roupa espacial é para o astronauta: funciona como uma bateria, dando vida e animação. Tire o astronauta da roupa, e esta será basicamente inútil. Tire a alma do corpo, e o corpo, praticamente, desmorona.

Mas, como sabemos se temos alma? Basta me acompanhar no simples raciocínio: você tem um corpo? Se respondeu “sim”, diga-me: quem é este “eu” que tem um corpo? Não poderia ser o corpo, pois não se pode dizer que o corpo tem um corpo. Então, isso é o que chamamos de alma. De forma mais abrangente, somos um composto de alma e corpo. Isso explica porque somos tão confusos, certo?

Sandro Franco*
E-book: O que te move?
*Estudioso de teologia, coach pelo Instituto Ecosocial, certificado pelo Institute Coaching Federation (ICF), dos Estados Unidos; mestre em administração; e pós-graduado em finanças internacionais e marketing.

domingo, 21 de agosto de 2016

Resultado da Escolinha de Atletismo Os Voluntários de Juazeiro do Norte-CE

Confira os resultados em cada categoria:
21/08/2016: 2ª Corrida São Raimundo - Várzea Alegre-CE
Campeão - Luís Carlos dos Santos;
Vice-campeão - Jhonata Ferreira da Silva;
1º lugar de 10 a 14 anos - Marcos Victor dos Santos;
1º lugar de 30 a 39 anos - Antonio Monteiro da Silva;
2º lugar de 30 a 39 anos - Cícero Araújo da Silva;
1º lugar de 40 a 49 anos - Adaildo Arruda Cordeiro;
1º lugar de 60 a 69 anos - Sebastião Pires;
2º lugar de 60 a 69 anos - Isaias Guedes de Oliveira;
1º lugar 5 Km - Joyce Ferreira da Silva;
2º lugar 5 Km - Isabele Alves da Silva.

21/08/2016: Meia Maratona Cidade de João Pessoa - João Pessoa-PB
Campeã - Sandra Maria Alexandre da Silva.
21/08/2016: Maratoninha da Caixa - Etapa de Fortaleza-CE
4º lugar de 6 a 7 anos - Tamires Teles Pequeno da Silva;
4º lugar de 10 a 11 anos - Tayná Teles Pequeno da Silva.

Associação da Escolinha de Atletismo Os Voluntários de Juazeiro do Norte-CE
Presidente - Cícero Sales Barboza;
CREF 5109-G/CE
88.9689.3443 WhatsApp
Telefone (88) 9 9915.3367 Tim / 9 8831.0594 Oi
Endereço:
Rua Ana Rita de Sousa, 121 – Bloco 19 – AP 101
Bairro Aeroporto
CEP 63020-622
CNPJ 05.821.242/0001-60
Lei Municipal Nº 2764 de 11/11/2003
Juazeiro do Norte – CE

sábado, 20 de agosto de 2016

Medalha inédita para a Seleção Brasileira de Futebol – É OURO!!

ACABOU A ESPERA!
Brasil é OURO no futebol masculino no Maracanã e leva a torcida à loucura. Em jogo emocionante, os meninos do Brasil venceram nos pênaltis por 5x4. É para vibrar muitooo!

O Brasil vence a Alemanha e conquista a medalha de #Ouro do #Futebol Masculino. Quem falou que a seleção não seria campeã Olímpica?

Espiritualidade

Espiritualidade
Trata da nossa relação com o Divino, com nossa alma, independente de religião ou dogma.

Renascimento
Você realmente deseja renascer?
Renascimento é a capacidade humana de enfrentar as dificuldades, entregando-se ao processo de transformação consciente para se tornar um ser humano cada vez melhor. O processo de renascimento ocorre, inevitavelmente, na nossa vida, assim como na vida de qualquer organização.

Os cenários se transformam cada vez mais rápido e desafiam seus participantes a aprimorar suas respostas com aproveitamento da tecnologia, do conhecimento e da sutileza no trato com as pessoas, em prol dos resultados. Trata-se da versão moderna da seleção natural de Darwin, que privilegia os mais ágeis e flexíveis aos processos de mudanças, mas faz sofrer quem se acomoda ou se apega às situações conhecidas.

Triunfam, com consistência, aqueles que acompanham as mudanças externas, com a coragem necessária para queimar seus velhos conceitos, preconceitos e paradigmas, com respeito à ética e aos valores humanos.

Quando perdemos alguém, quando nos divorciamos, quando perdemos o emprego, quando nos aposentamos, quando ficamos muito doentes... É a vida... É Deus nos dizendo para renascermos, para mudarmos, para começarmos um novo momento, para crescermos em consciência, autocontrole, ousadia e inteligência emocional.

Novas escolhas conscientes podem elevar o indivíduo para níveis de comportamento superiores, em que a sua vida profissional e pessoal sejam aprimoradas e tragam um sentimento interno de plenitude e felicidade.

Sandro Franco*
E-book: O que te move?
*Estudioso de teologia, coach pelo Instituto Ecosocial, certificado pelo Institute Coaching Federation (ICF), dos Estados Unidos; mestre em administração; e pós-graduado em finanças internacionais e marketing.

É hoje a grande final - Brasil e Alemanha no Maracanã!

Vencendo a final do futebol masculino na Rio 2016 – Brasil conquista medalha inédita!

A grande final acontece neste sábado, às 17h30 (horário de Brasília) - a seleção olímpica do Brasil entra em campo para enfrentar a Alemanha na decisão da medalha de ouro do futebol masculino.

Com a bola rolando, o começo foi difícil: dois empates sem gols com os modestos África do Sul e Iraque. Depois veio a goleada sobre a Dinamarca e nas quartas de final vitória sobre a Colômbia, por fim a goleada sobre Honduras, garantindo a passagem para a final.

Ficha técnica:
BRASIL: Weverton, Zeca, Marquinhos, Rodrigo Caio e Douglas Santos; Walace e Renato Augusto; Gabriel, Luan e Gabriel Jesus; Neymar. Técnico: Rogério Micale

ALEMANHA: Horn, Klostermann, Süle, Ginter e Toljan; Sven Bender, Lars Bender e Meyer; Brandt, Selke e Gnabry. Técnico: Horst Hrubesch

Data: 20/8/2016 Horário: 17h30 (de Brasília) Local: Maracanã, Rio de Janeiro Árbitro: Alireza Faghani (IRN)) Assistentes: Reza Sokhandan e Mohammadreza Mansouri (IRN) Transmissão: a TV Globo, o SporTV e o GloboEsporte.com acompanham ao vivo; o site também terá o Tempo Real.

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Piadinha Olímpica

Das três medalhas olímpicas, qual a mais festejada?
É a de BRONZE. – Porque ou era a de bronze ou nada!
E qual a medalha mais frustrada?
É a de PRATA. – Porque poderia ter sido ouro.

XVI Semana de Economia da Universidade Regional do Cariri (URCA)

XVI Semana de Economia da URCA será realizada no campus do Pimenta da Universidade Regional do Cariri (URCA) em Crato – CE

A XVI Semana de Economia da Universidade Regional do Cariri (URCA), é um evento pelo qual o meio acadêmico pode apresentar suas contribuições científicas para o debate das questões relacionadas ao tema "CONJUNTURA ECONÔMICA E CRISE POLÍTICA: BARREIRAS PARA O DESENVOLVIMENTO MACROECONÔMICO DO PAÍS ", visando fomentar o debate entre os estudantes do curso de economia e a comunidade acadêmica acerca dessa temática, bem como completar a formação curricular dos estudantes.

Também objetiva integrar os alunos da graduação das universidades locais, bem como possibilitar aos alunos um espaço para a exposição de seus trabalhos, debatendo sobre os temas abordados durante o evento, além de expor ideias e assuntos que promovam a discussão e intensa participação dos estudantes e profissionais ligados às áreas de pesquisa do curso, identificando problemas e sugerindo possíveis soluções para as problemáticas encontradas na economia.

O evento ocorrerá no período de 30 de agosto a 03 de setembro de 2016.
São compreendidos na XVI Semana de Economia 5 eixos temáticos, são eles: 
Eixo Temático 1: Perspectivas para o Desenvolvimento Regional; 
Eixo Temático 2: Macro Conjuntura e Comércio Exterior; 
Eixo Temático 3: Trabalho, População e Tecnologias Sociais; 
Eixo Temático 4: Estado e Políticas Públicas; 
Eixo Temático 5: Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável.

Para maiores informações clique AQUI.

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Brasil dourado!

Confira os brasileiros medalhistas de ouro na Olimpíada Rio 2016:
1. Kahena Kunze e Martine Grael conquistam a medalha de ouro na vela 49erFX. Mais uma vitória para o Time Brasil. Quem também vibrou com essa medalha? #EuSouTimeBrasil
2. Robson Conceição é campeão olímpico no boxe e pela primeira vez o Brasil sobe no lugar mais alto do pódio na modalidade. É ouro!!! #EuSouTimeBrasil
3. Agora sim com a medalha de OURO no peito!
Thiago Braz sobe no lugar mais alto do pódio e vibra com a torcida brasileira no Estádio Olímpico.
4. Dia inesquecível para o ‪#‎Judô do Brasil! Com uma brilhante campanha, Rafaela Silva conquista a medalha de ouro na categoria até 57kg.
5. Deu BRASIL! Alison e Bruno atropelam a dupla italiana por 2 sets a 0 e conquistam o OURO no vôlei de praia. É para vibrar muitoooo!
6. ACABOU A ESPERA
Brasil é OURO no futebol masculino no Maracanã e leva a torcida à loucura. Em jogo emocionante, os meninos do Brasil venceram nos pênaltis por 5x4. É para vibrar muitooo!
7. Fechamos com ouro!!! Com raça, meninos do voleibol batem Itália por 3 x 0 e conquistam mais uma medalha de ouro. Comemora, Brasil!!!