quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Minha solidariedade à família de Zé Roberto!

A perda de um ente querido é a prova mais dolorosa que o Espírito enfrenta em sua breve passagem pela Terra. Como entender um fato que parece fechar todas as portas à esperança? Conviver sem a presença física de quem tanto estimamos?

Deus é tão sábio e misericordioso que ele criou o tempo e o tempo serve para muitas coisas, inclusive para ir amenizando e diminuindo a dor. Não que essa pessoa seja esquecida, porém a dor vai aliviando, aliviando até uma hora ela permanecer nas suas lembranças, no seu pensamento e viva em seu coração!

Isso vai servir de lenço para secar as lágrimas quando elas insistirem em rolar. Nada muda o rumo das coisas, porém essa mensagem talvez alivie um pouco da dor que é tão sentida no momento da partida.

Venho por meio dessa mensagem mostrar meu profundo sentimento pelo ocorrido. Que Deus ilumine e console a vida de vocês!
PAZ!

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Filme - Neruda

Gael García Bernal não aceita ser coadjuvante em "Neruda". Ele quer pegar o poeta, prender o poeta, e se tornar o protagonista dessa história de perseguição que marcou o século XX.

"Neruda", o novo filme de Pablo Larraín. 15 de dezembro nos cinemas!
Selecionado para a Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes e representante do Chile no Oscar 2017 de Melhor Filme Estrangeiro.

Trailer

Ter esperança é esperar com fé

“Sabe qual é a melhor definição de esperança? Esperar com fé! Esperar que os sonhos se realizem, apesar dos contratempos, esperar com paciência, mas não esperar parado!

A esperança é o que nos faz, em meio a tempestade, abrir o nosso guarda-chuva colorido! A esperança é ver apenas pequenos pontos de luz na escuridão, mas deixar-se iluminar por completo. A esperança é ter forças para tentar outra vez, mesmo quando o mundo lhe diz para desistir.

Ter esperança é ter a coragem de criar expectativas positivas. É pensar que sempre haverá uma saída, é saber que não há mal que dure para sempre. Quem tem esperança, sabe que a qualquer momento coisas boas podem acontecer. É o impossível se torna possível, porque somente no coração em que há esperança acontecem milagres.

Manter a esperança viva é a maior prova de força que uma pessoa pode dar a si mesmo.”

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Curta - A mulher que mais amei


#ParaRefletir #OQueComove

Nos últimos dias, não sei se alguém conseguiu ler notícias, ver TV, ou algum outro meio de comunicação e não chorar... Eu também chorei...

E depois de muito refletir, tenho me questionado se será que é, de fato, preciso o trágico para tentarmos ser bons, demonstrar sentimentos de amor, afeto, solidariedade, respeito, carinho... Sinceramente, cada vez mais me convenço de que: "É preciso amar' e viver 'como se não houvesse amanhã..."

Em meio às dores, a todos aqueles que sofrem, eu peço: não Desista! Força! Confiança!!! Diga sempre: JESUS, EU CONFIO EM VÓS!!!
Padre Francisco Anchieta Cardoso de Muniz

domingo, 4 de dezembro de 2016

E hoje perdemos o poeta Ferreira Gullar


O poeta, ensaísta, crítico de arte, dramaturgo, biógrafo, tradutor e memorialista Ferreira Gullar morreu neste domingo, por volta das 11h, aos 86 anos. O escritor estava internado no Hospital Copa D'Or, na Zona Sul do Rio, por complicações pulmonares. A partir de um quadro de pneumotórax, o escritor desenvolveu uma pneumonia. O velório será neste domingo, a partir das 17h, na Biblioteca Nacional, e continuará na segunda-feira, quando o corpo será levado para a sede da ABL, às 9h.

Ferreira Gullar assumiu ao longa da vida uma extensa lista de papéis que, sozinhos, não dão a dimensão do seu lugar na cena cultural do país. Um dos fundadores do neoconcretismo, o poeta participou de todos os acontecimentos mais importantes da poesia brasileira.

BIOGRAFIA
Quarto dos 11 filhos do casal Newton Ferreira e Alzira Ribeiro Goulart, ele nasceu José Ribamar Ferreira no dia 10 de setembro de 1930 em São Luiz, no Maranhão. No início da década de 1950, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde, em 1956, participou da exposição concretista que é considerada o marco oficial do início da poesia concreta. Três anos depois criou, com Lígia Clark e Hélio Oiticica, o neoconcretismo, que valoriza a expressão e a subjetividade em oposição ao concretismo ortodoxo.

Militante do Partido Comunista, exilou-se na década de 1970, durante a ditadura militar, e viveu na União Soviética, na Argentina e Chile. Retornou ao país em 1977 e foi preso por agentes do Departamento de Polícia Política e Social no dia seguinte ao desembarque, no Rio. Foi libertado depois de 72 horas de interrogatório graças à intervenção de amigos junto a autoridades do regime. Depois disso, retornou aos poucos às atividades de critico, escritor e jornalista.

Eleito em 2014 para a Academia Brasileira de Letras, colecionava uma vasta lista de prêmios. Em 2002, foi indicado por nove professores dos Estados Unidos, do Brasil e de Portugal para o Prêmio Nobel de Literatura. Em 2007, seu livro "Resmungos" ganhou o Prêmio Jabuti de melhor livro de ficção do ano. A obra, editada pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, reúne crônicas de Gullar publicadas no jornal Folha de S. Paulo ao longo de 2005.

Em 2010, foi agraciado com o Prêmio Camões, o mais importante prêmio literário da Comunidade de Países de Língua Portuguesa. No mesmo ano, foi contemplado com o título de Doutor Honoris Causa na Faculdade de Letras da UFRJ. Um ano depois ganhou o Prêmio Jabuti com o livro de poesia "Em alguma parte alguma".

FONTE: O Globo

sábado, 3 de dezembro de 2016

Número de acidentes envolvendo jovens novolindenses tem aumentado de forma trágica

Este é um assunto que procuro me distanciar para não me envolver dada a situação, as circunstâncias e por uma questão de já ter vivido e saber da dimensão da dor.

Não encontro nem palavras para me solidarizar com as famílias... as palavras fogem... a mais de 04 anos minha família luta para elucidar um acidente envolvendo duas motos que acabou por ceifar a vida de meu irmão... é difícil falar sobre... não se esquece e a dor é para sempre...

Acontece que tenho visto as estatísticas só aumentando. Hoje mesmo, em sala de aula, falei sobre os transtornos que uma família passa diante de uma situação dessa... quem fica parece que tem uma parte de si arrancada de forma brusca...

Sabe, eu quero fazer um apelo, peço aos jovens que pensem mais em suas famílias e na dor que a ausência encerra sobre um lar. Por favor pensem mais sobre a vida e sobre a importância que cada um tem na vida de muitas pessoas! Vocês são especiais para suas famílias e amigos!
Não consigo ir além daqui... deixo a minha solidariedade as famílias que assim como a minha família luta dia a dia para conviver com a dor da perda!
LUTO!

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Vídeo Institucional da EEM Padre Luís Filgueiras


quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

O Linguajar Cearense (Josenir A. de Lacerda)

Todo poeta de fato
É grande observador
Seja da rua ou do mato
Seja leigo ou professor
Faz verdadeira pesquisa
Vasto estudo realiza
Buscando essência e teor

Por esse nato talento
Na hora de versejar
Busca o tema e o momento
Visa o leitor agradar
Não sente conformação
Se não passa a emoção
Que dentro do peito está

Neste cordel-dicionário
Eu pretendo registrar
O rico vocabulário
Da criação popular
No Ceará garimpei
Juntei tudo, compilei
Ao leitor quero ofertar

Se alguém é desligado
É chamado de bocó
Broco, lerdo e abestado
Azuado ou brocoió
Arigó e Zé Mané
Sonso, atruado, bilé
Pomba lesa e zuruó

Artigo novo é zerado
Armadilha é arapuca
O doido é abirobado
Invencionice é infuca
O matuto é mucureba
Qualquer ferida é pereba
Mosquito grande é mutuca

Quem muito agarra, abufela
Briga pequena é arenga
Enganação, esparrela
Toda prostituta é quenga
Rapapé é confusão
De repente é supetão
Insistência é lenga-lenga

Qualquer tramóia é motim
Solteira idosa é titia
Mosquitinho é mucuim
Recipiente é vasia
Meia garrafa é meiota
O exibido é fiota
Travessura é istripulia

Bebeu muito é deodato
Brisa leve é cruviana
O sujeito otário é pato
Cigarro curto é bagana
Fugir é capar o gato
O engraçado é gaiato
Quem vai preso tá em cana

Ter mesmo nome é xarapa
Muito junto é encangado
Água com açúcar é garapa
Cor vermelha é encarnado
Muita coisa dá mêimundo
Sendo Mundim é Raimundo
Valentão é arrochado

A rede velha é fianga
Com raiva é apurrinhado
Careta feia é munganga
Baitinga é o mesmo viado
O bom é só o pitéu
Bajulador, xeleléu
Sem jeito é malamanhado

Bater fofo é não cumprir
tecetera é escambau
Sujar muito é encardir
Quem acusa, cai de pau
Confusão é funaré
Carta coringa é melé
Atacar é só de mau

Qualquer botão é biloto
Mulher difícil é banqueira
Pequenino é pirritoto
Estilingue é baladeira
Qualquer coisa é birimbelo
Descorado é amarelo
Sem requinte é labrocheira

Um perigo é boca quente
Porco novo é bacurim
Atrevido é saliente
Quem não presta é corja ruim
Dedo duro é cabuêta
A perna torta é zambêta
Coisinha pouca é tiquim

Parteira era cachimbeira
Dar mergulho é tibungar
Tem cucuruto, moleira
Olhar demais é cubar
Tem ainda ternontonte
Que vem antes do antonte
Ver de soslaio é brechar

Quem briga bota boneco
Sem valor é fulerage
Copo pequeno é caneco
Estrada boa é rodage
O tristonho é capiongo
Galo ou inchaço é mondrongo
E a ralé é catrevage

O velho ovo estrelado
É o bife do oião
Nervoso é atubibado
Repreender é carão
O zarôlho é caraôi
Enviezado, zanôi
Inquieto é frivião

A perna fina é cambito
Dar o fora é azular
Muito magrelo é sibito
Pisar manco é caxingar
Rede pequena é tipóia
Tudo bem é tudo jóia
Fazer troça é caçoar

A expressão 'dá relato'
Que atinge mais de légua
'Tá ca peste!' 'Só no Crato!
'Tá lascado!' e 'Aarre égua!'
'Corra dentro!' ' Qué cirmá? '
'É de rosca? 'Éé de lascar! '
'Vôte!' 'Ôxente! 'Isso é paid'égua!'

Se é muito longe, arrenego
Que Deus do céu nos acuda
É pra lá da caixa prego
Lá no calcanhar do juda
Nas bimboca ou cafundó
Nas brenha ou caixa bozó
Onde o vento a rota muda

Se é cheia de babilaque
É ispilicute ou dondoca
Ligeiro é 'que nem um traque'
Agachado é tá de coca
Sem rumo é desembestado
O faminto é esguerado
Bolha na pele é papoca

Chamuscado é sapecado
Nuca, cangote é cachaço
Meio tonto é calibrado
A coluna é espinhaço
Se está adoentado
Tá como diz o ditado:
'da pucumã pro bagaço'

Cearense tem mania
Chama todo mundo Zé
Zé da onça, Zé de tia
Zé ôin ou Zé Mané
Zé tatá ou Zé de Dida
Achando pouco apelida
Um bocado de Zezé

Fazer goga é gaiofar
O que é longo é cumprissaio
Provocar é impinjar
Toda pilôra é desmaio
Salto ligeiro é pinote
Bando, turma é um magote
Cesto sem alça é balaio

A comidinha caseira
Tem fama no Ceará
Tipicamente brasileira
Faz o caboco babar
No bar do Mané bofão
Pau do guarda, panelão
O cardápio vou citar:

Sarrabulho, panelada
Mucunzá e chambari
Tripa de porco, buchada
Baião de dois com piqui
Tem pão de milho e pirão
Carne de sol com feijão
Tijolo de buriti

Quem é ruivo é fogoió
O tristonho é distrenado
Tornozelo é mocotó
Cheio de grana, estribado
Jarra de barro é quartinha
O banheiro é a casinha
Sem saída, 'tá pebado'

A bebida e o seu rol
No Ceará todo habita
A fubuia e o merol
A truaca e a birita
Amansa sogra ou quentinha
Engasga gato, caninha
A meropéia e a mardita

O picolé no saquinho
Aqui se chama dindin
Se é o dedo menorzinho
É chamado de mindin
Riso sonoro é gaitada
Confusão é presepada
Atrevido é saidin

Papo longo e sem valor
É 'miolo de pote'
Muito esperto é vívido
Adolescente é frangote
Soldado raso é samango
A lagartixa é calango
O tabefe é cocorote

A lista é quase sem fim
Não cabe num só cordel
Tem alpercata, alfinim
Enrabichada e berel
Chué, baé, avexado
Bãe de cúia, ôi bribado
Quebra-queixo e carritel

Tem visage, sarará
Tem bruguelo e inxirido
Rabiçaca e aluá
Ispritado e zói cumprido
Bunda canastra, lundu
Dona encrenca, sabacu
Bonequeiro e maluvido

O cearense é assim:
Dá cotoco à nostalgia
A tristeza leva fim
Na cacunda dá euforia
dá de arrudei na carência
Enrola a sobrevivência
e embirra na alegria
Josenir ocupa a Cadeira nº 3 da Academia dos Cordelistas do Crato.

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

STF decide que aborto nos três primeiros meses de gravidez não é crime

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu na terça-feira (29) descriminalizar o aborto no primeiro trimestre da gravidez. Seguindo voto do ministro Luís Roberto Barroso, o colegiado entendeu que são inconstitucionais os artigos do Código Penal que criminalizam o aborto. O entendimento, no entanto, vale apenas para um caso concreto julgado pelo grupo nesta terça-feira.

por André Richter no Agência Brasil
A decisão da Turma foi tomada com base no voto do ministro Luís Roberto Barroso. Para o ministro, a criminalização do aborto nos três primeiros meses da gestação viola os direitos sexuais e reprodutivos da mulher, o direito à autonomia de fazer suas escolhas e o direito à integridade física e psíquica.

No voto, Barroso também ressaltou que a criminalização do aborto não é aplicada em países democráticos e desenvolvidos, como os Estados Unidos, Alemanha, França, Reino Unido e Holanda, entre outros.

“Em verdade, a criminalização confere uma proteção deficiente aos direitos sexuais e reprodutivos, à autonomia, à integridade psíquica e física, e à saúde da mulher, com reflexos sobre a igualdade de gênero e impacto desproporcional sobre as mulheres mais pobres. Além disso, criminalizar a mulher que deseja abortar gera custos sociais e para o sistema de saúde, que decorrem da necessidade de a mulher se submeter a procedimentos inseguros, com aumento da morbidade e da letalidade”, decidiu Barroso.
Apesar de admitir a descriminalização do aborto nos três primeiros meses, Barroso entendeu que a criminalização do procedimento pode ser aplicada a partir dos meses seguintes.

“A interrupção voluntária da gestação não deve ser criminalizada, pelo menos, durante o primeiro trimestre da gestação. Durante esse período, o córtex cerebral – que permite que o feto desenvolva sentimentos e racionalidade – ainda não foi formado, nem há qualquer potencialidade de vida fora do útero materno. Por tudo isso, é preciso conferir interpretação conforme a Constituição aos Artigos 124 e 126 do Código Penal, para excluir do seu âmbito de incidência a interrupção voluntária da gestação efetivada no primeiro trimestre”, disse Barroso.

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Hoje, todos os clubes do Brasil são um só!!!

Lucas Gomes, Ex-jogador do Icasa está entre as 76 vítimas em acidente com avião da Chapecoense

A Polícia de Medellín, na Colômbia, já confirmou a morte de 76 pessoas que estavam no avião com a delegação da equipe catarinenses de Chapecó. Cinco pessoas foram socorridas – três jogadores e dois jornalistas. No voo, estavam 81 pessoas, incluindo 72 passageiros e nove tripulantes. No total, eram 48 membros da Chapecoense, incluindo 22 jogadores, 21 jornalistas da Fox TV, TV Globo, RBS e rádios, além de três convidados, e tripulação.

A tripulação saiu de Guarulhos, em São Paulo, para Bolívia em voo comercial. Após escala técnica, deixou Santa Cruz de La Sierra em direção a Medellín. Quando sobrevoava a região de Antióquia perdeu contato com o aeroporto, que confirmou o acidente. A causa do acidente teria sido uma pane elétrica. Ainda de acordo com a imprensa local, o piloto teria liberado combustível para evitar explosão após o pouso forçado. Essa já é a maior tragédia envolvendo um clube de futebol no mundo.

Segundo noticiou a imprensa colombiana, o local em que o avião caiu seria de difícil acesso. Além disso, o mau tempo na região metropolitana de Medellín atrapalharia ainda mais o resgate. Dois helicópteros da força aérea do país sobrevoam a área para auxiliar no trabalho das equipes de resgate. Dentre as mortes já confirmadas, está o atacante cearense e ex-jogador do Icasa, Lucas Gomes, com passagem pelo time juazeirense em 2014.

O modelo do avião é o Avro Regional Jet 85, também conhecido como Jumbolino, de matrícula CP-2933, produzido pela British Aerospace. A equipe disputaria, na quarta-feira, a primeira partida da final da Copa Sul-Americana, contra o colombiano Atlético Nacional.
Com informações Uol e AFP.

Origem da palavra “trabalho”

A palavra trabalho vem do latim tripalium, termo formado pela junção dos elementos tri, que significa “três”, e palum, que quer dizer “madeira”.
Tripalium era o nome de um instrumento de tortura constituído de três estacas de madeira bastante afiadas e que era comum em tempos remotos na região europeia.

Desse modo, originalmente, "trabalhar" significava “ser torturado”. No sentido original, os escravos e os pobres que não podiam pagar os impostos eram os que sofriam as torturas no tripalium. Assim, quem "trabalhava", naquele tempo, eram as pessoas destituídas de posses.

A ideia de trabalhar como ser torturado passou a dar entendimento não só ao fato de tortura em si, mas também, por extensão, às atividades físicas produtivas realizadas pelos trabalhadores em geral: camponeses, artesãos, agricultores, pedreiros etc.

A partir do latim, o termo passou para o francês travailler, que significa “sentir dor” ou “sofrer”. Com o passar do tempo, o sentido da palavra passou a significar “fazer uma atividade exaustiva” ou “fazer uma atividade difícil, dura”. Só no século XIV começou a ter o sentido genérico que hoje lhe atribuímos, qual seja, o de "aplicação das forças e faculdades (talentos, habilidades) humanas para alcançar um determinado fim".

Com a especialização das atividades humanas, imposta pela evolução cultural (especialmente a Revolução Industrial) da humanidade, a palavra trabalho tem hoje uma série de diferentes significados, de tal modo que o verbete, no Dicionário do "Aurélio", lhe dedica vinte acepções básicas e diversas expressões idiomáticas. Se divirta sempre e esteja preparado para receber o que você merece!

Via Facebook de Sanderson Nunes

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Filme – O Quinto Poder

Data de lançamento 2014 para DVD (2h 09min)
Direção: Bill Condon
Gêneros Biografia, Drama, Suspense
Nacionalidade Eua

Sinopse
Ao fundar o polêmico website WikiLeaks, Julian Assange (Benedict Cumberbatch) contou com o apoio do amigo Daniel Domscheit-Berg (Daniel Brühl). Com o crescimento do site e do grau de influência de Assange, a relação entre os dois acabou bastante abalada. Carice van Houten, Laura Linney e Anthony Mackie completam o elenco.

O QUINTO PODER - Trailer Oficial


Filme O Quinto Poder HD 

Livro – Vitória de Joseph Conrad

JOSEPH CONRAD é um escritor singular na língua inglesa. O estilo único é resultado de sua formação poliglota e multicultural. Conrad nasceu na Polônia, foi educado em polonês e em francês, além de ter estudado latim, mas escolheu o inglês para escrever, idioma que só foi aprender aos vinte e um anos.

Isso lhe confere um manejo incomum da língua, pois sua prosa evidência a cadência latina. Suas frases ondulantes criam um ritmo nunca antes visto, selvagem e – ainda assim – sofisticado.

Vitória foi finalizado em maio de 1914, mas publicado apenas no ano seguinte, já em meio à Primeira Guerra Mundial. O livro traz temas recorrentes na obra de Conrad, como a solidão, a inconformidade com o mundo, o conflito entre o mal e a esperança.

Seu protagonista, Axel Heyst, instala-se em uma ilha no sul asiático, em total isolamento, após um fracasso comercial que não abala sua aceitação resignada do destino. Mas a aparição de uma jovem musicista desperta nele um instinto de proteção que o levará a uma crise de identidade e, mais tarde, ao enfrentamento de grandes perigos.