quinta-feira, 9 de junho de 2016

NEFERTITI - Histórias de Rainhas africanas

"Histórias de rainhas africanas, guerreiras onde cada uma em seu tempo comandaram impérios mostrando ao mundo durante todos esses quase 10 mil anos de existência da humanidade a força, a garra e a beleza da Mulher Negra". (UNEGRO - RJ)

Somos todas Rainhas!!!

Elaborado por Shaira Leiza em 08/03/2016

NEFERTITI
Nefertiti (1380 - 1345 a.C.) foi uma rainha da XVIII dinastia do Antigo Egito, esposa principal do faraó Amenófis IV, mais conhecido como Aquenáton. O seu nome significa "a mais Bela chegou", o que levou muitos investigadores a considerarem que Nefertiti teria uma origem estrangeira. Contudo, nos últimos tempos tem vingado a hipótese de Nefertiti ser egípcia, filha de Ay, alto funcionário egípcio.

Nos primeiros anos do reinado de Amenófis mudanças religiosas culminariam na doutrina chamada de "atonismo" (dado ao fato do deus Aton ocupar nela uma posição central). Nefertiti aparece representada como a única oficiante do culto, o que é revelador da importância religiosa desempenhada pela rainha desde o início do reinado do seu esposo.

Os muitos templos que celebravam os deuses tradicionais do Egito foram todos rededicados pelo rei ao novo deus por ele imposto. Especula-se que esta pequena revolução, entre outros possíveis objetivos, possa ter servido para consolidar e engrandecer ainda mais o poder e importância do faraó. Após o reinado de Aquenáton, o Egito antigo voltaria às suas práticas religiosas politeístas.

Nefertiti teve seis filhas com Aquenáton: Meritaton, Meketaton, Anchesenamon, Neferneferuaton, Neferneferuré e Setepenré.

A segunda filha do casal, Meketaton, teria morrido afogada. Durante o reinado de Aquenáton espalhou-se por todo Egito uma peste, além de um surto de malária, conhecido na época como "doença mágica" que matou 3 filhas do casal.

Nefertiti acompanhou o seu marido lado a lado em seu reinado porém, a certa altura, no ano 12 do reinado de Amenófis ela esvanece e não é mais mencionada em qualquer obra comemorativa ou inscrições e parece ter sumido sem deixar quaisquer pistas.

Uma hipótese que procura explicar o silêncio das fontes considera que, quando Aquenáton faleceu Nefertiti mudou de nome para Anchetcheperuré Semencaré e governou como faraó durante cerca de dois anos. Há ainda outra hipótese, como os sacerdotes de Amon não aceitavam o Deus Aton como único do Egito, eles teriam mandado assassinar Nefertiti.

Em Junho de 2003 a egiptóloga Joanne Fletcher da Universidade de York anunciou que ela e a sua equipe teriam identificado uma múmia como sendo a rainha Nefertiti. Com isso, ela conseguiu permissão do governo egípcio para realizar um exame de DNA. Infelizmente, o exame mostrou que a múmia não era de Nefertiti, mas sim da irmã dela. As buscas pela múmia de Nefertiti continuam.

Indicação de vídeo: Nefertiti Revelada
Fontes
Wikipédia, a enciclopédia livre
Infoescola
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